Red Bull Surfing Chains reuniu surfistas de correntes e estudantes digerindo almoço do RU
21/10/10
Estavam distribuindo energéticos. E, parece, havia um campeonato de surfe de corrente.
A Red Bull divulgou o Red Bull Surfing Chains no RU. Perspicaz. Ernesto e Rafael, estudantes de Engenharia de Produção, saÃram do almoço de almôndegas-kriptonitas pesando e dispostos a se reenergizarem para as aulas da tarde. Passaram no estacionamento do bloco B da Mecânica e garantiram suas latinhas - geladas, porque depois Red Bull à temperatura quase ambiente, lights inclusive, foram distribuÃdos debaixo do sol.
Não fez diferença. Todo mundo tomou de gute gute, o Linguição da Automação inclusive, penando debaixo da fantasia e de calça jeans sob o calor infernal. "Tomei dois e tô ligadão. Posso ficar quatro dias acordado", disse. Ao fundo o som era bom, Fake tales of San Francisco, do Arctic Monkeys, alguma coisa da trilha de Pulp Fiction e tal.
O campeonato foi das 13h à s 14h e aproximadamente 100 pessoas apareceram, a maioria homens. "Falaram que tinha Red Bull de graça", disse Cristiano, da Arquitetura. "Muito difÃcil a situação que vocês me põem", falou a galega que distribuÃa os energéticos, sem saber para quais das mãos peludas e pidonas entregar as latinhas. Para fechar a capa da quarta edição da revista, a Naipe tinha passado a madrugada em claro bebendo Falcon de 1 litro, uma poção de efeitos imprevisÃveis. Depois disso, mesmo o Red Bull light morno foi meio um cafuné no estômago.
Axé involuntário
Sim, o campeonato. Havia duas modalidades, estilo livre e tempo. No estilo livre o participante tinha 90 segundos para mostrar peraltices acrobáticas. Podia sair de cima da corrente e voltar quando quisesse. Na modalidade tempo ganhava, claro, quem demorasse mais pra cair. Germano Viegas, da FÃsica, não se sabe se por dominar alguma teoria de equilÃbrio dos corpos, levou essa depois de 2 minutos em cima da corrente - o que, acreditem, não é nada fácil.
O aluno da Engenharia Elétrica Ivan Luiz Bianchini levou o Free Style.
O desequilÃbrio em cima da corrente gerava uma espécie de axé involuntário dos surfistas, algo como os braços de quem pula de bungee jump ao final da corda esticada, só que em câmera lenta.
Estava batuta. Confira fotos.
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Comentários
ahh, onde estao minhas fotos....hahaha
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