Imbituba e Garopaba têm praias infalíveis, pessoal guapo e festas livres de pagação com champanhe

Da equipe Naipe
O cardápio da Sol Pizzas, uma das melhores pizzarias de Santa Catarina, tem apenas dez sabores. E é isso. As pessoas peregrinam até a Praia da Ferrugem para experimentá-los e saem comovidos, sem lamentar a falta de dezenas de opções.
Com o cardápio das praias de Imbituba e Garopaba é igual. Na conta tradicional, Imbituba tem oito (Itapirubá, Da Vila, Do Porto, Da água, Ribanceira, Barra de Ibiraquera, Do Luz, Rosa), Garopaba nove (Vermelha, Ouvidor, Da Barra, Ferrugem, Silveira, Vigia, Garopaba, Siriú, Gamboa). E é isso: 17 praias. Não se vê ninguém pedindo por mais.
A Praia do Rosa é acima da média. As inúmeras pousadas na encosta com vista panorâmica da praia, a atmosfera local de saber viver, o agito noturno con las más increíbles argentinas y gauchas de todo Brasil, a alta gastronomia – esse combo torna o Rosa o lugar ideal para sua hospedagem. Mas nem de longe o único a se visitar.
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Manhã
Se a Praia do Rosa é a melhor na soma dos atributos, não é suprema em alguns quesitos separados. Comece a comprovação disso com uma ida até sua vizinha Praia Vermelha, superior em preservação e talvez mesmo em beleza. Livre de carros e suas implicações, a praia permanece decorada apenas por uma casa de madeira à beira-mar e duas mais novas no morro que a separa do resto do mundo.
No verão, mesmo havendo certo fluxo de curiosos, a quantidade fixa de pessoas na areia não costuma passar de 20, 30, relata uma chef (argentina) local que surfa por lá. Para chegar na Vermelha, o Guia 4 Rodas diz ser preciso dar a volta no costão norte do Rosa, em caminhada de uma hora. Quiçá seja um manifesto particular do repórter para manter a praia livre de turistas, mas se você prometer não levar suas caixinhas de iPod, não deixar cacas e não comprometer com berros aleatórios a paz alheia, te damos um caminho mais fácil.
Dirija os pífios 4 km que separam a rua à beira-mar no Rosa da Praia do Ouvidor, aliás também digna de contemplação. Uma vez estacionado no Ouvidor, você mal precisará de 30 minutos a pé. Há dois inícios que se juntam logo em frente. Um é pelo próprio canto direito do Ouvidor, começo que pede 5 ou 10 minutos a mais que o outro mas tem visual melhor. O outro início é por uma propriedade privada que autoriza os trilheiros a passarem. O começo do terreno fica um quase nada antes da areia e está sinalizado por placa da trilha.
Ao se unirem, os caminhos se tornam um percurso que tem, a certa altura, até mesmo corrimão, escada e banco de madeira. Uma baba. Na Praia Vermelha, completam o éden pinheiros locais à beira-mar, garantindo sombra entre um mergulho e outro.
Na volta, para almoçar, cogite o recém-aberto e realmente natural Vida no Prato, com almoços a R$ 15. Saiba mais dessa e de outras opções nas p. 128 e 129.
Se a Praia do Rosa é a melhor na soma dos atributos, não é suprema em alguns quesitos separados. Comece a comprovação disso com uma ida até sua vizinha Praia Vermelha, superior em preservação e talvez mesmo em beleza. Livre de carros e suas implicações, a praia permanece decorada apenas por uma casa de madeira à beira-mar e duas mais novas no morro que a separa do resto do mundo.
No verão, mesmo havendo certo fluxo de curiosos, a quantidade fixa de pessoas na areia não costuma passar de 20, 30, relata uma chef (argentina) local que surfa por lá. Para chegar na Vermelha, o Guia 4 Rodas diz ser preciso dar a volta no costão norte do Rosa, em caminhada de uma hora. Quiçá seja um manifesto particular do repórter para manter a praia livre de turistas, mas se você prometer não levar suas caixinhas de iPod, não deixar cacas e não comprometer com berros aleatórios a paz alheia, te damos um caminho mais fácil.
Dirija os pífios 4 km que separam a rua à beira-mar no Rosa da Praia do Ouvidor, aliás também digna de contemplação. Uma vez estacionado no Ouvidor, você mal precisará de 30 minutos a pé. Há dois inícios que se juntam logo em frente. Um é pelo próprio canto direito do Ouvidor, começo que pede 5 ou 10 minutos a mais que o outro mas tem visual melhor. O outro início é por uma propriedade privada que autoriza os trilheiros a passarem. O começo do terreno fica um quase nada antes da areia e está sinalizado por placa da trilha.
Ao se unirem, os caminhos se tornam um percurso que tem, a certa altura, até mesmo corrimão, escada e banco de madeira. Uma baba. Na Praia Vermelha, completam o éden pinheiros locais à beira-mar, garantindo sombra entre um mergulho e outro.
Na volta, para almoçar, cogite o recém-aberto e realmente natural Vida no Prato, com almoços a R$ 15. Saiba mais dessa e de outras opções nas p. 128 e 129.
Tarde
Depois do almoço, faça a siesta em dois supertrunfos da região, as praias da Ferrugem (pela estrada, 18 km do Rosa) e da Silveira (17 km).
A da Ferrugem é mais notória pela comprida estrada (GRP-030) que leva à praia, uma concentração de despreocupados circulando ao ar livre e pelos estabelecimentos à noite no auge do verão, carnaval inclusive. Sem dúvida a poção juventude + sociabilidade + bares-baladas sem afetação é o forte da praia. Atente especialmente para o Zado, um bar movimentado e sonorizado à beira-mar com muito mais guerra diurna que qualquer parador de praia.
Apesar das festas, separe 5 minutos para subir o breve morro que divide a praia em duas e mais meia hora para aproveitar o que guias de turismo chamam de piscinas naturais, mas que a depender da maré se torna quase um mini Wet’n Wild natural. Em uma pedra mais alta, banhistas sentam e esperam pela chuveirada resultante das ondas se chocando lá embaixo. De resto, a disposição das rochas é complexa, gerando piscinas de diferentes tamanhos e profundidades. Cuide com a subida da maré e evite passar do começo da formação com crianças.
Na Praia da Silveira, o ponto alto é o surfe com ondas grandes. Não há bares ou restaurantes próximos da faixa de areia, e o mar, no estilo mal-entrou-já-quase-não-dá-pé, não anima muitas famílias a passarem o dia por lá. Para a melhor das vistas, caminhe pelo plano canto direito, tão extenso que leva a um ponto em que se vê as ondas surfáveis de trás.
Depois do almoço, faça a siesta em dois supertrunfos da região, as praias da Ferrugem (pela estrada, 18 km do Rosa) e da Silveira (17 km).
A da Ferrugem é mais notória pela comprida estrada (GRP-030) que leva à praia, uma concentração de despreocupados circulando ao ar livre e pelos estabelecimentos à noite no auge do verão, carnaval inclusive. Sem dúvida a poção juventude + sociabilidade + bares-baladas sem afetação é o forte da praia. Atente especialmente para o Zado, um bar movimentado e sonorizado à beira-mar com muito mais guerra diurna que qualquer parador de praia.
Apesar das festas, separe 5 minutos para subir o breve morro que divide a praia em duas e mais meia hora para aproveitar o que guias de turismo chamam de piscinas naturais, mas que a depender da maré se torna quase um mini Wet’n Wild natural. Em uma pedra mais alta, banhistas sentam e esperam pela chuveirada resultante das ondas se chocando lá embaixo. De resto, a disposição das rochas é complexa, gerando piscinas de diferentes tamanhos e profundidades. Cuide com a subida da maré e evite passar do começo da formação com crianças.
Na Praia da Silveira, o ponto alto é o surfe com ondas grandes. Não há bares ou restaurantes próximos da faixa de areia, e o mar, no estilo mal-entrou-já-quase-não-dá-pé, não anima muitas famílias a passarem o dia por lá. Para a melhor das vistas, caminhe pelo plano canto direito, tão extenso que leva a um ponto em que se vê as ondas surfáveis de trás.
Noite
Mais tarde, se o seu negócio é muvuca, aquela estrada da Ferrugem ou o Bali Hai Garopaba te esperam. No Rosa a madrugada também engrena com lugares que abrem mais mais eventualmente, como Mar del Rosa e Pico da Tribo, e com a balada mais regular da região, o Beleza Pura – casa noturna com ótimo espaço de madeira a céu aberto e uma bargirl argentina que faz suspirar pela vida local. Para algo mais leve tente o Kimo, que oferece deque pouco iluminado e cozinha latina. Há noites com som ao vivo, mas o bar, na parte central da casa, divide o ambiente interno em dois, ficando um deles mais para os que querem se concentrar no jantar.
DO: Dez minutos do seu tempo: ao chegar na Praia do Rosa, antes de estacionar siga em frente e logo adiante suba a estrada no costão direito. Logo você verá uma minúscula faixa de areia. É a Praia do Porto Novo, que você pode contemplar rapidamente (acabaram seus dez minutos) ou visitar para um mergulho com o Rosa ao fundo. E é isso.
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Mais tarde, se o seu negócio é muvuca, aquela estrada da Ferrugem ou o Bali Hai Garopaba te esperam. No Rosa a madrugada também engrena com lugares que abrem mais mais eventualmente, como Mar del Rosa e Pico da Tribo, e com a balada mais regular da região, o Beleza Pura – casa noturna com ótimo espaço de madeira a céu aberto e uma bargirl argentina que faz suspirar pela vida local. Para algo mais leve tente o Kimo, que oferece deque pouco iluminado e cozinha latina. Há noites com som ao vivo, mas o bar, na parte central da casa, divide o ambiente interno em dois, ficando um deles mais para os que querem se concentrar no jantar.
DO: Dez minutos do seu tempo: ao chegar na Praia do Rosa, antes de estacionar siga em frente e logo adiante suba a estrada no costão direito. Logo você verá uma minúscula faixa de areia. É a Praia do Porto Novo, que você pode contemplar rapidamente (acabaram seus dez minutos) ou visitar para um mergulho com o Rosa ao fundo. E é isso.
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